segunda-feira, 19 de julho de 2010

O MITO DA TELINHA-OU O PARADOXO DO FASCÍNIO DA EDUCAÇAO MEDIADA PELO COMPUTADOR-Graziela Giusti Pachane


IMAGEM: http://www.conexaeventos.com.br/layout/imagens/banco/Image/computador_rev-escola.jpg
“Por um lado, como ressalta Rubem Alves, é necessário que a educação seduza e envolva seu aluno no processo de aprendizagem; por outro, o olho cegado pela forte luz fora da caverna platônica deve gradativamente ir superando o “deslumbramento primeiro” e ir compreendendo o mundo para além de como esse se nos apresenta”. Módulo de Estudo Pág. 128 O MITO DA TELINHA-OU O PARADOXO DO FASCÍNIO DA EDUCAÇAO MEDIADA PELO COMPUTADOR-Graziela Giusti Pachane

Para que o ser humano se apresente curioso e assediado às condições e atividades novas e que exija de cada um a atenção necessária, é preciso que haja uma provocação para que a sedução possa ser o caminho do envolvimento naquilo que é proposto. Mas para que tudo isso possa acontecer de forma natural e espontânea, deve-se surgir, a partir de cada educador, meios pelo qual essa sedução possa ocorrer. Ocorrer de uma forma onde a aprendizagem possa acontecer, sem que necessite ações radicais por parte dos educadores, pois acredito na sedução que acontece de forma gradual e, que não seja necessário à busca apenas de notas para que o aluno se apresente nas atividades. A compreensão de superar a escuridão da caverna interior, para a luz externa que reside dentro de cada vontade de sair de si e, deixar que a busca pela luz possa ser desafiadora, mas prazerosa e gratificante por todos.
Superar a cegueira que ainda podemos ver dentro da nossa realidade é um desafio que cabe a cada um de nós. Se desejamos que os nossos alunos possam entrar numa realidade de autonomia, é preciso que trabalhemos o aluno ativo, onde seus interesses possam ser agentes motivadores, determinando a busca da superação do paradoxo da sedução. A SEDUÇÃO NA EDUCAÇÃO.
Deixa-me inquieto quando os discursos são voltados para as práticas tradicionais onde as tecnologias são deixadas de lado. Práticas onde se assistem ainda laboratórios de informáticas fechadas em poder de diretores que “acham donos da escola”.Essas inquietações mesmo que existam, precisam ser superadas a partir do momento em que abandonamos as idéias tradicionais e que não mais respondem às necessidades atuais.Deixemos os bancos das escolas e rebusquemos nossos conceitos que muitas vezes estão “faraônicos”e contemplemos com uma roupagem mais contemporânea e desafiadoras, tornando-nos educadores prontos a rever esses conceitos e que estejamos prontos para receber das nossas reciclagens, novas formas de ver o novo mundo de TIC e, que vindo dos nossos alunos, sejamos também humildes para recebe-los.Foi a partir dessa proposta de seduzir os alunos que pude usar o processo de sedução na tentativa de direcionar os alunos na inserção das atividades afins.Justamente a partir do momento em que o giz e a lousa deixa de ser os maiores instrumento do processo de ensinar, mas que apoiados e atrelados ao instrumento já existentes , pudesse também fazer uso de tecnologias para propostas de interesse dos alunos, pois a inserção dessas ferramentas na escola, pude perceber novas mudanças e novos envolvimentos na educação.

“Precisamos superar as visões simplistas, ou simplesmente deslumbradas, que se tem a respeito das novas tecnologias e sua inserção na educação. Precisamos de uma compreensão muito mais ampla por parte de todos os envolvidos no processo, dos paradoxos que envolvem o computador e as novas mídias, para superar sedução ofuscante da visão linear, tradicional e unidirecional que nos é imposta de que o computador é mais novo redentor da humanidade”. Módulo de Estudo – pág. 129 O MITO DA TELINHA-OU O PARADOXO DO FASCÍNIO DA EDUCAÇAO MEDIADA PELO COMPUTADOR-Graziela Giusti Pachane

Pessoas preparadas para o uso do computador nas escolas e no dia a dia do professor são de fundamental importância, uma vez que conscientes do que vem ocorrendo no mundo, precisamos sair das velhas cavernas da ignorância, para que construamos novas técnicas para poder bem utiliza-las. Alunos e professores bem preparados, dominarão em parte as ferramentas desse cenário tecnológico. Não que as ferramentas tecnológicas venham na ser a resolução e solução das deficiências no processo ensin0o-aprendizagem, mas que oportunizarão maiores possibilidade de seduzir os nossos alunos, contribuído a partir de práticas já existentes novas condições de significação de caráter revestido de uma modernidade progressista. As novas mídias vêm responder aos novos propósitos que pretendemos construir.

“A TV, permite um ritmo mais acelerado, permite incluir musica, permite o trabalho com imagens, com filmes, desenhos, enfim, permite “animação”, enquanto o ensino tradicional prende-se a formas mais “estáticas” e abstratas”. Módulo de Estudo – pág. 124. O MITO DA TELINHA-OU O PARADOXO DO FASCÍNIO DA EDUCAÇAO MEDIADA PELO COMPUTADOR-Graziela Giusti Pachane

Como é prazeroso poder dar mais cor e vida à educação. Como é gratificante poder fazer uso de ferramentas que possibilitem um ritmo mais deslumbrante e novo dentro das nossas praticas educativas. Isso tudo me fez apaixonar pelas mídias digitais dentro das minhas propostas educacionais. Essas ferramentas têm contribuído muito na realização de várias atividades, pois pude perceber o quanto os alunos passaram a se entregar mais nas atividades onde envolvam tecnologias. São aulas, são criações feitas por eles mesmos, são inserções de novos conceitos.
As maiores inquietações que se ver em tudo isso, ainda são as resistências por parte de educadores, pois por parte dos alunos não se percebe nenhuma relutância, pois os mesmos tendem a fazer cobranças dentro dessas possibilidades.
Os nossos alunos não mais se sentem seduzidos por propostas estáticas e abstratas. Os nossos alunos buscam movimentos e múltiplas possibilidades para se inserir em cada construção do seu aprendizado, que ele também passa a ser responsáveis e integrantes.

domingo, 11 de julho de 2010

GESTÃO DAS TIC NA ESCOLA

BALANÇO DAS APRENDIZAGENS NA UNIDADE II

As possibilidades de aprendizagem e de busca de novas realizações e de crescimento, sempre existirão, pois nada é ou será tão novo, uma vez que é dado a cada um de nós as inovações que nos levam a diversos caminhos a seguir. E isso só poderá acontecer se nos enveredarmos por desafios outros. Sempre me pautei na curiosidade de buscar e aprender. Aprendizagens que me levaram a compartilhar conhecimentos e dividir também angústias. Por isso, com topadas e acertos encontrei “grandes pistas”para buscar os “tesouros”das inovações.É por isso que ousar sempre é algo que tem que fazer parte das nossas impressões praticas e, desistir jamais será um labirinto onde não conheça a saída, mas a saída para o desejo do encontro, do fazer do construir. Quando a tutora pediu que construíssemos um Blog como registro das nossas atividades, fui aprendendo algumas regrinhas interessantes para aprimorar ainda mais a construção desta ferramenta, principalmente os links, hiperlinks,etc.Isso que faz a diferença e que vai atenendo as nossas expectativas de cada vez mais se aperfeiçoar, dentro de uma troca que acho espetacular, que é própria dos colegas durante as aprendizagens.
O texto eletrônico em formato hipertextual e multimidial pode nos oferecer um novo meio de leitura e de escrita, em que o usuário pode, segundo Alvarez (2002):
- interagir de maneira mais dinâmica com a informação;
- buscar e explorar significados com maior facilidade e eficiência;
- enfrentar o texto desde suas próprias necessidades e expectativas;
- vivenciar a experiência da aprendizagem por exploração e por descoberta.
Por isso que sempre acho que, cada pessoa assume o risco de escolher seus próprios caminhos, de aventurar-se a enveredar pelo desconhecido e de descobrir-se perdido ou de chegar a novas descobertas.
Grande parte do que venho aprendendo se deve a partilha entre colegas, amigos e tutores nos cursos e nas nossas práticas decorrentes das atividades que realizamos sejam individuais ou em grupos – é fantástico, mas que ainda tenho muito que aprender. As dificuldades são os meios pelos quais ouso a buscar cada vez mais, na humildade de dizer que “não sabe”e na humildade de se oferecer para os outros.

domingo, 27 de junho de 2010

DIVIRTA-SE

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO – ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TIC
E PROINFO 120

www.eproinfo.mec.gov.br

NTE 05 – Núcleo de Tecnologia Educacional 05 - Itabuna
PROFESSORA TUTORA – Thannya Dias
CURSISTAS – Edvanise Souza Barbosa – Genivaldo Pereira dos Santos – Juscélia Sirqueira Pinheiro Nadijena Aparecida de Oliveira

ATIVIDADE 2.4 PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES COM HIPERTEXTO

TÍTULO: Projeto Feirão de Leitura.
DISCIPLINA: Língua Portuguesa
PÚBLICO ALVO: Alunos do Ensino Fundamental (anos finais) e Ensino Médio
ATORES RESPONSÁVEIS: Professores Edvanise Barbosa, Nadijena Aparecida, Juscélia Sirqueira, Genivaldo Pereira e alunos da 8ª A do turno e 1º Ano do Ensino Médio - Vespertino.
DURAÇÃO: 16 aulas de 50 minutos cada. (08 aulas para preparação/08 aulas para aplicação do projeto
APRESENTAÇÃO
A paixão pela leitura deve ser partilhada e estimulada afim de que nossos alunos possam se fazer leitores ativos no processo e amantes do prazer de ler. Esse projeto apresenta as diversas modalidades de leitura, de forma atraente e envolvente, promovendo a participação do público-alvo nos tipos de leitura e modalidades textuais oferecidas.
JUSTIFICATIVA
As dificuldades para leitura são muitas, minimizar esse problema deve ser nossa meta enquanto atores principais no teatro da vida da escola. Oportunizar o acesso aos livros paradidáticos e às modalidades textuais de forma prazerosa, faz-se uma necessidade para despertar o sentimento de prazer no ato de ler.
O aluno através da leitura entra em contato com as diversas formas de conhecimento, e lendo é introduzido no mundo do imaginário; desenvolve sua sensibilidade, seu gosto pela leitura ampliando sua maneira de ver e de entender o mundo.
Para formar bons leitores é preciso contato íntimo com os livros. Numa tentativa de aproximar o aluno do prazer com a leitura é que se faz o Projeto Feirão de Leitura, um instrumento pedagógico e social que dentro das ações educativas visa compreender por que o aluno tão averso à leitura, gosta tanto de histórias e contribuir para desfazer essa aversão.
OBJETIVO GERAL
Proporcionar ao educando o prazer na leitura oferecendo estratégias que facilitam a compreensão e interpretação de texto desenvolvendo o letramento necessário para formação de leitores ativos.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
*Estimular o desejo de outras leituras;
*Possibilitar a vivência de emoções e o exercício da fantasia e da imaginação;
*Aproximar o leitor dos textos e os tornar familiares-condição para formação de leitores e escritores;
*Possibilitar ao leitor compreender a relação que existe entre a fala e a escrita;
*Identificar a leitura como um prazer na sua vida;
*Compreender que a leitura nos leva a um mundo de grandes conhecimentos.
Este projeto, FEIRÃO DE LEITURA, será desenvolvido em 2 etapas ( etapa 1 elaboração e planejamento/ etapa 2 execução).
ETAPA 1:
Atividade 1-(02 aulas): vídeos reflexivos: {Ler pode ser perigoso - Campanha de incentivo à leitura produzida por DeborahToniolo e outros.
{Os dez direitos do leitor - Daniel Pennac}.
-Discussão dialogada a respeito dos vídeos.
-”Apresentação da idéia do ‘FEIRÃO DE LEITURA” para a classe.
-Exposição e audição de sugestões para o projeto.
Atividade 2-(02aulas): Organizar grupos de trabalhos para realização do “Feirão”.
Grupo 1 - estrutura e organização do ambiente (barracas para tenda da leitura; tenda do teatro; tenda do monólogo/ literatura de cordel e poesia; tenda do fantoche e história cantada; biblioteca virtual; escolha dos guias para o evento ( os que apresentam e conduzem aos acontecimentos do “feirão”); escolha do aluno-livro (como um homem sanduíche, ele se vestirá de livro com o tema do projeto na capa e passeará pelo evento); palanquinho com som e microfone para recepcionar as turmas, falar um pouco da importância da leitura e disponibilizar os espaços para visitação.
Grupo 2 – Coleta dos livros e ornamentação da tenda da leitura (almofadas, tapetes, elásticos para impindurar os livros no teto da tenda, pufes, malhas e identificação da tenda).
Grupo 3 – Identificação, organização e decoração da tenda do teatro, bem como dramatização de uma história de um livro da escolha do grupo; deixar o livro em evidência na tenda.
Grupo 4 – Identificação e decoração da tenda do monólogo, literatura de cordel e poesia, bem como seleção e apresentação dessas modalidades de texto.
Grupo 5 – Identificação organização da tenda do fantoche e apresentação da história cantada com acompanhamento musical e ilustração. (seleção e encenação de uma história com fantoches e apresentação de uma história cantada).
Grupo 6 – Organização e orientação das visitas à biblioteca virtual, laboratório de informática e confecção de lembrancinhas para os participantes do projeto.
Grupo 7 – Confecção da roupa do aluno-livro com o tema do projeto e objetivo geral transcritos na capa – Orientação deste no tocante ao comportamento, postura no decorrer do evento e ainda:
· Preparação do material (fala e orientação dos “guias” do “Feirão de Leitura”).
· Elaboração de um ofício requerendo o espaço do pátio escolar e laboratório de informática para execução do feirão.
Obs.: Serão utilizadas 08 aulas para estruturação e organização do evento. Os grupos após receberem da professora as definições de seus papéis no projeto, iniciarão os trabalhos em sala de aula e poderão concluí-los em casa.
Atividade 03 (para casa)
Ensaios das apresentações e coleta de materiais que serão utilizados no projeto.
Atividade 04 –(04 aulas) Apresentação na sala das atividades de cada grupo para análise e aprovação para exposição no “Feirão de Leitura”.
Etapa 02 – Execução ( Realização do Feirão )
Montada a estrutura do Feirão com as tendas decoradas, dar-se-á início à execução do projeto com o recebimento das turmas (salas) em horário agendado pela turma responsável pelo projeto. 50 minutos para cada turma convidada que após ser recepcionada, visitará as tendas aproximando-se dos diversos tipos de leitura. O feirão ficará aberto à visitação das 08:00 às 12:00 e das 13:30 às 16:30 h. Onde nesse período todos os alunos dos turnos matutino e vespertino passarão pelo feirão no horário agendado para sua respectiva turma.
Recursos:
- Recursos humanos; textos variados, livros paradidáticos; cartões, músicas, DVD/CD, TV pendrive, som, roupas, malhas, materiais artísticos (cartolina, tesoura, hidrocor, etc.), almofadas, tapetes e outros.
Avaliação:
Observar atentamente o desempenho dos alunos durantes as atividades desenvolvidas: participação, interesse, atitudes e mudanças diante do hábito de ler e escrever.
Referências bibliográficas:
AZEREDO, José Carlos de. O texto: suas formas e seus usos. In Estratégias de Leitura-Texto e Ensino, PAULIUKONIS, Maria Aparecida Lino & SANTOS Leonor Werneck (orgs.) Estratégias de Leitura. Lucerna, Rio de Janeiro, 2006.
SOLÉ,I.(1998).Estratégias de Leitura. 6ª edição.Porto Alegre:Artes Médicas.
http://www.youtube.com/watch?v=iRDoRN8wJ_w
http://www.slide.com/r/87mqMq--6j9E3UXrNE5AnV84BDH2rR4Z?previous_view=lt_embedded_url

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=iRDoRN8wJ_w

terça-feira, 15 de junho de 2010

PROJETO DESIGUALDADE SOCIAL - UMA RESPONSABILIDADE DE TODOS NÓS.

Bahia 2010 – Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC’s
Cursista: Genivaldo Pereira dos Santos
Professora: Thannya Dias


Projeto:
Desigualdade Social Uma responsabilidade de todos nós.

Número de professores envolvidos: 01

Número de alunos envolvidos: 81 alunos

Recursos Tecnológicos: Câmara Digital, Computador, Monitor Educacional, Pen Drive

Área de Conhecimento: Sociologia

Série: 2º Ano – Ensino Médio – Vespertino e Noturno

Duração do Projeto-aula: 06 aulas
Introdução:
Desde os primórdios do processo de desenvolvimento brasileiro, o crescimento econômico tem gerado condições extremas de desigualdades espaciais e sociais, que se manifestam entre regiões, estados, meio rural e o meio urbano, entre centro e periferia e entre as raças. Essa disparidade econômica se reflete especialmente sobre a qualidade de vida da população: expectativa de vida, mortalidade infantil e analfabetismo, dentre outros aspectos.
A chamada classe social nada mais é que a divisão de pessoas feita a partir do seu status social e de outros fatores ligados a ele.
Objetivo:
• Apresentar os principais motivos pelos quais geram as Desigualdades Sociais na nossa sociedade.
• Demonstrar os benefícios de uma sociedade mais justa e igualitária.
• Conscientizar os alunos sobre a importância do tema.
• Mostrar que as desigualdades geram violência.
Procedimentos:
• Questionar e refletir sobre os motivos da desigualdade existente em todos os países e em todos os regimes sociais. Lembrar que, mesmo no socialismo, existe a presença marcante da desigualdade social entre quem governa e quem é governado, além da desigualdade entre socialistas e capitalistas.
• Fazer uma reflexão e questionar as formas de combater e por que combater?.
• Explicar que a desigualdade gera violência. Pois todos os animais, desde o mais simples até o mais inteligente que se sente prejudicado, sem condições e acuado, tende a violência.
• Partindo desse ponto, levantar com os alunos as ações que já estão sendo feitas e o que ainda pode ser feito.

Metas para Execução do Projeto:
Primeira e Segunda aula:
- Discussão em grupo a respeito do tema Desigualdades Sociais, apresentando exemplos a nível nacional e, em especial, local. Fazendo alusão de que através das desigualdades pode-se gerar a violência.
- Questionamentos a respeito das formas de combater e por que combater as desigualdades sociais, registrando as idéias no quadro.
Terceira e Quarta aula:
- Formação em sala de grupos de trabalho para montagem de produção de vídeos, murais e debates a respeito do tema.
- Organizar os principais pontos que serão colocados na montagem dos vídeos, murais e debates durante a organização e operacionalização do trabalho.
Quinta e Sexta aula:
- Apresentação dos grupos com os trabalhos realizados com vídeo, reportagem, debates ou fotos em Data Show com fotos de periferia, moradores de rua ou pessoas que sofrem devido a falta de condições humanas, de moradia e de alimentação, seguidas de discussões e avaliações pelo professor e alunos.
- Considerações finais sobre as atividades realizadas e apresentação de outras atividades práticas a respeito do que a turma ou a escola pode fazer para colaborar e/ou fazer algo em nome dos que sofrem as desigualdades no espaço da escola, do bairro e da comunidade.
Avaliação:
• Observar a participação e o interesse dos alunos na aula.
• Através de questionamentos em grupos e argüições orais.
• Organizar a produção de pequenos vídeos, murais e discussões com abordagens como: desigualdade em nossa cidade; A violência do futuro X Sociedade do agora; O que você faz pela sociedade.
Observação:

Depois das atividades desenvolvidas surgiu a idéia de alguns alunos em convidar a Câmara de Vereadores e do Executivo da cidade para serem entrevistados e os mesmos apresentarem se tem ou não alguma proposta respeito do tema tratado para a população local. Uma proposta que foi aceita pela maioria e que, provavelmente deverá ser feita na próxima Unidade.
VEJA VÍDEO FEITO POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO(2010) DO COLÉGIO ESTADUAL FRED GEDEON - FLORESTA AZUL.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

HIPERTEXTO

Hipertexto
“ Atualmente a palavra hipertexto tem sido em geral aceita para textos ramificados e responsivos, mas muito menos usada é a palavra correspondente "hipermídia", que significa ramificações complexas e gráficos, filmes e sons responsivos - assim como texto. Em lugar dela usa-se o estranho termo "multimídia interativa", quatro sílabas mais longa, e que não expressa a idéia de hipertexto estendido.” Nelson, Literary Machines 1992

O prefixo hiper remete-nos: Superação das limitações da linearidade(não seqüencial do antigo texto escrito) onde, possibilita a representação do nosso pensamento - um processo de produção e colaboração entre as pessoas,ou seja, uma (re)construção coletiva. Reconstrução onde todos constroem juntos de forma coletiva e integrada. Para isso é necessário que esse pensamento possa ser expresso dentro de identidades colaborativas entre todos os envolvidos.
1.Intertextualidade;
2.Velocidade;
3.Precisão;
4.Dinamismo;
5.Interatividade;
6.Acessibilidade;
7.Estrutura em rede;
8.Transitoriedade;
9.Organização multilinear.
Na sala de aula, onde se trabalha com hipertexto, os alunos, num sistema de colaboração, acabam aprendendo mais e através de diversas fontes e que tem uma excelente utilidade na prática pedagógica. Pois o próprio conceito de hipertexto, pode nos levar a essa intenção. Uma atividade colaborativa onde traz benefícios extraordinários no que diz respeito a construção individual e coletiva do conhecimento – uma parceria que não se pode descartar. Nós professores também podemos trabalhar com hipertexto para funções pedagógicas. Utilizar textos de várias turmas e redistribuí-los é um bom exemplo. Uma vantagem para a educação a construção do conhecimento compartilhado, um importante recurso para organizar material de diferentes disciplinas. É a proposta necessária para fazer um trabalho integrado e construtivo. Isso leva o aluno a produção de textos e traz como vantagens a construção do conhecimento de forma dinâmica e inserindo o aluno e o processo educativo no mundo digital. Em sua produção o aluno se refere a conhecimentos antes apreendidos, mantendo uma relação sempre linear com o texto. Por isso que acredito na integração da construção onde cada um contribui e ajuda à sistematização de trabalhos proveitosos e enriquecedores.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto

Por isso que ao navegar em http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto que faz abordagens sobre o Hipertexto, senti-me um tanto curioso a respeito do conceito dado e, em especial os links que apareciam no decorrer do texto, que me levava à curiosidade de ir mais além em conhecer e estar mais a par do que cada um referendava como hiperlinks links, , World Wide Web( que é uma rede de alcance mundial).Não foi uma descoberta nova para mim, pois o assunto em destaque neste módulo, já estudei no Curso de Mídias Educacionais que estou fazendo no NTE05 com o professor Oldair. O Hipertexto é algo que me cativou e que tem futuro garantido na nossa prática dentro da educação e dentro de outras áreas da nossa vida. Não fazer uso ferramentas como essa, seria como ministrar uma aula sem a colaboração dos alunos que tanto enriquecem e colaboram nas metas e objetivos propostas nas nossas atividades diárias dentro da escola.
O que você acha caro colega?