BLOG TEM A FINALIDADE DE APRESENTAR AS ATIVIDADES E/OU PROPOSTAS E PROJETOS RELACIONADAS COM AS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO - ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TIC'S DENTRO DE UMA PROPOSTA INOVADORA E MODERNA.
Uma coleção de todo o trabalho que está em andamento ou em fase de conclusão onde na sua organização está relacionado com o alcance dos objetivos da proposta planejada.Com a participação dos atores principais: MEUS ALUNOS.
TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACESSÍVEIS
Introdução à Informática Acessível
Buscar novas propostas e reformulações d nosso “saber fazer” é uma tarefa que está cadavez mais presente dentro da realidade educacional Mais ainda quando falamos nas PNEEs, uma vez que tem necessidade de maior atenção e de comprometimento no processo ensino-aprendizagem.Desenvolver cada vez mais tecnologias orientadas à produção de ajudas técnicas para as pessoas com dEficiências.
A nossa intenção deve ser a de dar a esses alunos uma maior independência, melhor qualidade de vida e inclusão na vida social.
Por isso que, a tecnologia assistiva deve ser compreendida como resolução de problemas funcionais, em uma perspectiva de desenvolvimento das potencialidades humanas, valorização de desejos, habilidades, expectativas positivas e da qualidade de vida, as quais incluem recursos de comunicação alternativa, de acessibilidade ao computador, de atividades de vida diárias, de orientação e mobilidade, de adequação postural, de adaptação de veículos,próteses, entre outros. INDEPENDENCIA E AUTONOMIA devem ser um binômio para essa inclusão.
Devem abranger diferentes dimensões, onde consiste em serem estas o mais simples e amigáveis possíveis, oferecendo uma ponte através da qual as peculiaridades individuais são contempladas.
Logo, o serviço de tecnologia assistiva na escola é aquele que buscará resolver os problemas funcionais do aluno, no espaço da escola, encontrando alternativas para que ele participe e atue positivamente nas várias atividades neste contexto. Buscar, com criatividade, uma alternativa para que o aluno realize o que deseja ou precisa. É encontrar uma estratégia para que ele possa fazer de outro jeito. É valorizar o seu jeito de fazer e aumentar suas capacidades de ação e interação a partir de suas habilidades. É conhecer e criar novas alternativas para a comunicação, escrita, mobilidade, leitura, brincadeiras, artes, utilização de materiais escolares e pedagógicos, exploração e produção de temas através do computador, etc.
A partir daí é louvável afirmar que o nosso trabalho será mais democrático e estaremos proporcionando um espaço onde a comunicação, a educação, o lazer, o controle do ambiente, a profissão e até mesmo o acesso e integração ao mercado de trabalho possa ocorrer com igualdade sem discriminação. Não é algo espetacular, colegas?
TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACESSÍVEIS
Debatendo pela internet.
Somos sabedores que a educação inclusiva é um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular. Pois rata-se de uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam à diversidade de alunos. E que respondam realmente de forma a atender essas particularidades, uma vez que ainda vejo uma grande discriminação e professores sem preparo para esse trabalho. Eu sou um deles.
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva surgiu para atender a esse socorro e que tem como objetivo assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
A Educação Inclusiva atenta a diversidade inerente à espécie humana, busca perceber e atender as necessidades educativas especiais de todos os sujeitos-alunos, em salas de aulas comuns, em um sistema regular de ensino, de forma a promover a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos e é atualmente um dos maiores desafios do sistema educacional.
Ao ressaltar a interação das características individuais com o ambiente, o conceito de necessidades educacionais especiais desloca a ênfase das deficiências e desvantagens centradas exclusivamente no aluno para a escola e o contexto. Assim, proclamou a organização de um sistema educacional capaz de definir estratégias, recursos e serviços para atender as especificidades dos alunos e produzir diferentes respostas da escola. O ensino inclusivo não deve ser confundido com educação especial, a qual se apresenta numa grande variedade de formas incluindo escolas especiais, unidades pequenas e a integração das crianças com apoio especializado.
A educação inclusiva constitui uma proposta educacional que reconhece e garante o direito de todos os alunos de compartilhar um mesmo espaço escolar, sem discriminações de qualquer natureza.O que nem sempre estamos vendo, pois onde essa realidade poderia acontecer é onde mais tem a discriminação por parte de nós professores e alunos.Deve promover a igualdade e valorizar as diferenças na organização de um currículo que favoreça a aprendizagem de todos os alunos e que estimule transformações pedagógicas das escolas, visando à atualização de suas práticas como meio de atender às necessidades dos alunos durante o percurso educacional. As políticas públicas de atenção a este segmento, geralmente, estão circunscritas ao tripé educação, saúde e assistência social, sendo que os demais aspectos costumam ser negligenciados.
A formação do professor para atuar na modalidade da educação especial deve contemplar a concepção de educação especial que passa a desenvolver suas ações de forma complementar ou suplementar a educação comum e não mais de forma substitutiva.Acredito que nas universidades já deveria ter um currículo voltado para tudo isso, independente da formação acadêmica, porque não vejo apenas o professor realizado esse tipo de trabalho. Isso vai além do que se discute.
Criação e implantação de salas de recursos multifuncionais para o atendimento educacional especializado aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/ superdotação, previstas no projeto político pedagógico das escolas
Sonho meu...sonho meu é poder assistir a uma realidade onde todos nós sejamos e saibamos escrever essa nova história deconverter em realidade o sonho de uma escola para todos.
FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES EM TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACESSÍVEIS
O ALUNO VIRTUAL
Um curso a distancia requer de cada um o compromisso de atender às expectativas do curso, tendo tempo disponível para ter acesso ao computador, que seja aberto a novas propostas e experiências, pois deve estar aberto a compartilhar experiências educacionais, habituando-se também a fazer comunicação com seus tutores. Pode até parecer que, ser um aluno virtual fazendo um curso EaD seja algo fácil e que pode fazer o que bem desejar, mas é ledo engano, pois os compromisso devem ser atendidos e as tarefas cumpridas. Fazer comunicação com colegas e professores atendendo ao que se propõedentro de cada atividade proposta. São desafios que não podem ser menosprezados. Dessa forma estaremos atendendo aos informes do curso e que podem ser superado propondo um tempo específico para esses estudos. Eu, por exemplo, estou me organizando para poder ter acesso ao curso no período da manhã e no período da noite a partir das 22:00 horas. Acredito que poderei cumprir aos critérios estabelecidos.
Posso a partir desse tempo realizar minhas leituras, comentários, dúvidas e outros dentro do curso que muito me tem deixado satisfeito(mesmo ainda no início). Se cada um planejar o seu tempo colocando esse mesmo tempo como prioridade e cumpri-lo, não haverá problemas para o exercício dessa formação, mesmo sabendo que todos nós temos vários afazeres e pouco tempo.
FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES EM TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACESSÍVEIS APRESENTAÇÃO
A inclusão, como fenômeno social, tem suas raízes na cultura, extrapolando em muito, os aspectos meramente escolares. A presença da heterogeneidade nos diferentes espaços socioculturais tem, numa relação de imanência, projetado políticas públicas de atenção à diversidade humana sob o tripé educação, saúde e assistência social. A partir dessa perspectiva, uma forma muito particularizada de abordar a deficiência orgânica ou a fragilidade psicológica foi instituída – o aluno especial para a educação especial, o paciente para a saúde, o beneficiário para a assistência social – produzindo ações isoladas e projetos desarticulados que dificultaram o reconhecimento das múltiplas dimensões da vida humana.
Hoje, a visão de necessidades especiais engloba um conjunto de aspectos que ultrapassam em muito o antigo conceito de deficiente. Essa mudança da deficiência para a necessidade especial, leva consigo a concepção da variabilidade humana e forja importantes deslocamentos. Do caráter permanente para transitório, da visão de adaptar a pessoa deficiente para viver na sociedade para a inclusão, por meio da adaptação da sociedade, pela superação das barreiras que impõe desvantagens na efetiva participação de sujeitos com necessidades especiais nos diferentes contextos socioculturais.
O respeito e a valorização da diversidade humana efetiva-se por meio do deslocamento do verbo integrar, a simples união de diferentes grupos, sem um projeto que institua um nova percepção para a diferença, para o verbo incluir, um movimento que efetiva-se por meio de políticas públicas que projetam e constroem a ação para o pertencer. Para que a integração se configure em uma prática de inclusão, é preciso que bases teóricas de respeito à heterogeneidade, é necessário que suportes técnico-metodológicos para a mediação com a diferença sejam discutidos e apropriados pela sociedade em sua totalidade e, em especial, por educadores e gestores de sistemas escolares contemporâneos.
Embora, nos últimos anos, o crescimento na área na inclusão sociodigital e escolar sejam inegáveis, ainda vivencia-se uma realidade brasileira desfavorável para sujeitos com necessidades especiais, fato comprovado pela grande maioria dos sujeitos colocados na exterioridade de processos educativos na rede escolar, por fragilidade na área sensorial ou cognitiva. Soma-se a esse fato, a dura realidade das condições de trabalho docente e a frágil formação dos professores, aspectos que têm impulsionado posições reducionistas centradas nas limitações e nas dificuldades do sistema de ensino regular em atender a diferença e a deficiência. Frente a isso, uma mudança valorativa e atitudinal por parte de órgãos governamentais, educadores, pesquisadores, e agentes sociais, levaram a conquista de um espaço para a construção de respostas ao desafio de garantir o direito de todas as crianças com necessidades especiais a inclusão no ensino regular.
É reconhecido que o processo de inclusão provoca mudanças na perspectiva sócio-educacional, não somente para sujeitos com necessidades educativas especiais mas, também, para todos os participantes do contexto sócio-educativo ao propiciar a participação da diversidade humana no tempo e no espaço do sistema escolar regular. A educação inclusiva traz benefícios para a sociedade e para todos os envolvidos no processo educativo - pais, alunos, professores -, pois, propicia a criação de uma sala de aula e de uma escola na qual indivíduos aprendem a respeitar, a compreender e a admirar as qualidades de todas as pessoas, independentes de suas diferenças físicas e cognitivas, aspectos que possibilitam que a sociedade com justiça e equidade social se efetive.
O Brasil vem desenvolvendo um processo de inclusão desde 1992, quando uma nova política de fortalecimento da Educação Especial foi estabelecida por meio da recriação da Secretaria de Educação Especial (SEESP), na estrutura do MEC (Ministério da Educação) - Lei 8.490/92. A garantia da educabilidade para todos passou a exigir dos professores do ensino regular conhecimentos específicos sobre os alunos com necessidades educacionais especiais, não mais sob a luz do seu possível déficit, mas, fundamentalmente, na valorização de suas potencialidades e possibilidades. Por meio das Políticas Públicas em apoio à Educação Inclusiva e dos projetos de Formação Continuada de Professores, o MEC assumiu como premissa a indissociabilidade da teoria-prática e a concepção de um processo educativo que necessita ser transformado e reinventado. Veja mais
PRODUÇÃO AUDIOVISUAL – COMPARTILHANDO CONHECIMENTOS
NTE 05 – ITABUNA
CURSISTA: GENIVALDO PEREIRA DOS SANTOS
TUTORES: OLDAIR E CATARINA
Introdução
Você sabe o que é Geração Y?
E a Geração Z?
Você já ouviu falar das Gerações Tradicionais, Baby Boomers e Geração X?
Sabe dizer sobre as características e comportamentos dos representantes da Geração Y e Z?
A Geração Y influenciou ou influencia o comportamento humano atual? Como?
Tema: Geração Y
Público Alvo: Alunos do Ensino Médio
Disciplina: Sociologia
Obs.: Outras disciplinas podem participar.
Objetivo Geral:
Identificar as principais características da geração Y, bem como os tipos de comportamentos apresentados.
Apresentar as principais diferenças ocorridas com as gerações Tradicionais, Baby Boomers, Geração X e Geração Y no que diz respeito aos valores e o jeito da sociedade pensar.
Duração: 04 aulas
Material Necessário: Texto “Geração Y” do site http://revistagalileu.globo.com , computador com microfone e programa de edição de áudio e acesso à internet, fone de ouvido, caixas de som, etc.
Desenvolvimento:
Primeira Etapa: Apresentar o texto “Geração Y” aos alunos. Em dupla, faremos uma breve reflexão do texto com algumas intervenções. Explicar que o objetivo do trabalho é realizar, em grupo, podcasts sobre como é e o que é a Geração Y. Divisão da turma em grupos, solicitando que realizem pesquisas complementares sobre a “Geração Y”. Os estudos servirão de suporte para elaboração da pauta/roteiro.
Segunda Etapa: Feita a coleta dos dados sobre o tema, juntos farão a seleção do material, escrevendo o roteiro do programa, desenvolvendo o gênero da entrevista e da apresentação.
Terceira Etapa: Escrito o roteiro, farão os ensaios de gravações com apoio dos gravadores, focando o trabalho da linguagem.
Quarta Etapa: Todo o material ajustados e organizados, deixando claro para os alunos que pode incrementar o trabalho. Estipular um tempo máximo para cada programa. Disponibilizar o trabalho realizado à comunidade escolar.
Produto Final: Arquivos de podcasts a ser compartilhados pela internet.
Avaliação: Análise do conteúdo dando nova orientação à turma ao final de cada etapa. Ler e refletir com a turma acerca dos roteiros elaborados e perceber se as propostas escolhidas se encaixam no formato que foi escolhido.
ROTEIRO:
O roteiro não deve passar de 10 minutos no total, logo utilize os dados abaixo:
APRESENTADOR: 5 MINUTOS ( considerar os comentários).
A ENTREVISTA: 5 MINUTOS ( perguntas e respostas).
Organização a partir de:
1 – Apresentadores e Comentaristas e/ou
2- Entrevistado e Entrevistador.
APRESENTADOR:
Assuntos a escrever:
O que é a Geração Y e Geração Z
O Berço Digital
ABERTURA:
O apresentador apresenta-se. Comenta que irá participar do programa expondo sobre o que irá ocorrer durante o programa. Envolver o público no tema sobre o que irá passar.
COMENTARISTA:
Comentar:
As gerações que marcaram época (caracterizá-las).
Os jovens atuais e a Geração Y
O comentarista conhece o assunto e faz abordagens a respeito do tema, pontuando os tópicos essenciais.
ENTREVISTADOR/ENTEVISTADO:
Assuntos a entrevistar e responder:
A geração Y e Z e as gerações que marcaram época.
Entrevistador interage com o entrevistado, fazendo exposição das características/ideias do tema, fazendo perguntas, expondo as opiniões e buscando contemplar o que a Geração Y tem de avançado e novo com relação às gerações anteriores.
A disseminação do uso de tecnologias em distintos ramos de atividades nos coloca frente a vertiginosas mudanças na cultura, na sociedade, na economia, na educação e, em especial, frente aos avanços da ciência e de conhecimentos que precisamos incorporar e lidar em sala de aula. Isto exige de nós, educadores, a constante busca de aprender, produzir e gerir conhecimentos e desenvolver diferentes modos de buscar informações atualizadas, nos comunicarmos, ensinar e criar melhores condições de aprendizagem para nossos alunos. Essa é a marca dos novos tempos!
A partir da poesia de Fernando Pessoa, vamos pensar a respeito do nosso papel em uma sociedade na qual a presença das tecnologias provoca mudanças no modo de pensar dos alunos que recebemos em nossas salas de aula.
Aproveitar o tempo!
Tirar da alma os bocados preciosos – nem mais nem menos-
Para com eles juntar os cubos ajustados
Que fazem gravuras certas na história
(E estão certas também do lado de baixo que se não vê)...
Fernando Pessoa
Trabalhar com essas tecnologias em sala de aula eu acho muito bom, rico e inovador. A grande dificuldade ou melhor, os grandes desafios, é justamente a pequena quantidade de computadores na minha escola(no total de 10, mas que funcionam apenas 06).Porque na minha escola possuem salas com até 46 alunos e daí fica difícil levar 46 alunos para a sala de informática e poder produzir bem com uma quantidade pequena de máquinas. Mas isso não é o problema para desmotivar-me, pois com possibilidades outras eu sempre estou fazendo minhas atividades com os meus alunos e tem dado super certo. As dificuldades não podem suprimir o brilho da criatividade que repousa dentro dos educadores e dos nossos alunos, pois ficaremos fadados a fazer uma educação ainda medieval.
Inserir-se na sociedade da informação não quer dizer apenas ter acesso à Tecnologia de Informação e comunicação (TIC), mas principalmente saber utilizar essa tecnologia para a busca e a seleção de informações que permitam a cada pessoa resolver os problemas do cotidiano, compreender o mundo e atuar na transformação de seu contexto.
As possibilidades que a Web 2.0 proporciona na construção e socialização dos conhecimentos é que ela seja utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web, uma tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A idéia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo.Isso se torna prazeroso e cada vez mais instigante para o processo de conhecimentos e de socialização dos mesmos entre uma quantidade imensa de pessoas.Dentro deste contexto se encaixa a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas. Também entra nesta definição a oferta de diversos serviços on-line, todos interligados tanto é que o número de sites e serviços que exploram esta tendência vem crescendo e ganhando cada vez mais adeptos.
A Web passa a ser encarada como uma plataforma, na qual tudo está facilmente acessível e em que publicar on-line deixa de exigir a criação de páginas Web e de saber alojá-las num servidor.
Com a Web 2.0 grandes mudanças ocorrem, como salienta Richardson (2006), está-se num processo contínuo de criação e de partilha. As publicações do professor e dos alunos deixam de estar limitadas à turma e ficam disponíveis para toda a rede. As idéias apresentadas, por exemplo, num blogue são, como salienta Siemens (2002), o ponto de partida para o diálogo, não o ponto de chegada.
Durante gerações os alunos trabalharam sobretudo independentemente. Atualmente, com a Web é fácil produzir trabalho colaborativamente, uma vez que a maior parte das ferramentas da Web 2.0 permite mais do que um autor o que favorece a criação colaborativa.
A Web tem-se tornado cada vez mais a fonte de conteúdo para ensinar e para aprender. Além disso, escrever já não fica limitado ao texto, integrar vários formatos tem-se tornado cada vez mais fácil. No seu blogue pode integrar uma hiperligação para um sítio na Web, disponibilizar uma imagem, inserir um vídeo do YouTube.(Manual de Ferramentas da WEB2.0 para Professores de Ana Amélia A. Carvalho – Ministério da Educação).
Uma nova mídia na internet ou não, o podcast veio para revolucionar, porque é muito simples, uma vez que uma pessoa pode gravar um arquivo de áudio sobre um tema qualquer, coloca na internet e divulga-o.Já imaginou podermos ter ao nosso alcance a chance de criarmos sem dificuldade nossa própria rádio?Aquela desejada rádio na nossa escola?A rádio da igreja, etc.?E depois termos condições e executarmos no computador ou ainda transferir para um MP3 Player para ouvir num outro momento? É realmente algo surpreendente. Já posso perceber isso com o pouco uso que venho fazendo em casa (pois não realizei nada ainda em sala de aula).Já imagino sim, a construção de Projetos Pedagógicos sendo feitos e realizados através do uso dos Podcats. Já imagino realizando atividades com os alunos através da disciplina de História, onde os mesmos farão registros os assuntos pesquisados e, propondo a construção de um Blog onde serão registradas as conclusões de todas as atividades realizadas. Já me vi também, trabalhando com os alunos, realizando projetos onde os alunos narram cada etapa e intervenção do projeto em foco, disponibilizando os pontos mais importantes do que for tratado. Portanto, é viável sim o Podcast na prática de projetos, de aulas, de lazer, etc.
Enfim...
Os conhecimentos compartilhados neste primeiro momento deste curso, me fez enxergar cada vez mais além das fronteiras de um simples quadro de giz e além de um livro didático, pois, não tirando o méritos dos mesmos, somos cada vez mais convidados a vivenciarmos novos tempos e momentos onde a troca de experiências possam somar e com pitadas de criatividades, de autonomia,de dedicação e de interatividade iremos contribuir para o crescimento coletivo, que não é individual, onde os espaços construídos sejam o inicio de conversa de novas práticas e de novas descobertas, em nome de potencialidades na construção de uma equipe que deve buscar a aprendizagem coletiva. Isso se faz, justamente tendo as dificuldades, mas que a busca das resoluções farão abrilhantar cada degrau construído nesta busca de entendimento e de desenvolvimentos aplicativos dentro das TIC na educação.
Ainda pegando o “fio da meada”de como realizar e descobrir a utilidade do Podcast, estou satisfeito e muito feliz em poder incluir aos poços de mais um recurso dentro das minhas possibilidades de construir uma escola nova centrada nas tecnologias. Isso me deixa mais confiante e mais responsável....cada vez mais!
Interessante e atraente pois tem abordagens novas e que retratam a realidade das tecnologias, da gestão e da qualidade com temas que nos deixam interessados.Gostei.Vale a pena.
Periodicamente um novo Podcast com informações de tecnologia, gestão e qualidade. Busque o seu assunto predileto ou por autor favorito. Basta clicar no link para ouvir a entrevista.Trata de assuntos como:
Gosto muito de cinema,por isso sou suspeito em ter escolhido esse Podcast. Mas independente do gosto, o Podcast e’muito bom, pois nos deixam interado sobre filmes com comentários interessantes.
Este é o podcast do portal Cinema com Rapadura. Criado em 2006, o programa tem o objetivo de trazer semanalmente uma conversa [discussão] sobre cinema. Os temas vão desde os problemas nas salas de cinema até as principais estréias da semana, passando pelos grandes clássicos e nostalgias cinematográficas. Sempre com bom humor e convidados espalhados por todo o Brasil, o RapaduraCast é um podcast que já faz parte da vida de muitos cinéfilos.
Divertido, com sinceridade, fácil de compreender e em vários casos, emocionante.E o mais importante é que além de mostrar uma variedade cultural, podemos demonstrar um pouco da experiência de cada um. Assim, ouvintes de todo o Brasil podem se sentir representados.
A motivação para criação do programa surgiu quando a equipe do portal Cinema com Rapadura se reunia, sempre após sessões de cinema, para conversar sobre os filmes que estavam estreando. Essas conversas geravam muitas risadas e polêmicas por causa das opiniões e o estilo particular de cada membro.
Podcast bem criativo.Gostei,pois tem uma linguagem boa e os apresentadores e comentaristas usam uma linguagem muito boa,dinâmica e nova.
Zona Infinita é um audiocast que fala de cultura pop em geral. Quadrinhos, música, games, tecnologia, cinema e televisão são os assuntos abordados por 03 fãs desse universo louco.
Zona Infinita é o programa que traz as maravilhas criadas pela mente humana, descritas de forma bem humorada por apresentadores que não são especialistas, não se levam a sério e são, na verdade, fãs.
Gostei deste podcast, pois tem a sua maior abrangência em assuntos da História e eu como professor desta disciplina fiquei fã de carteirinha. Comentários bons com uma linguagem muito fácil de entendimento.
Bem criativo, pois nos oferece um suporte novo e diferente de poder trabalhar os assuntos da nossa História, deixando um pouco de lado as aulas expositivas no quadro ou no livro, passando a ser mais um suporte para complementação das aulas dadas em sala de aula.Visitem.
Percebo que Podcasté uma espécie de radio digital onde o deu conteúdo é disponibilizado na internet.
É uma forma de publicação de programas de áudio pela Internet que permite aos utilizadores acompanhar a sua atualização. É uma espécie de “programa de rádio” que você grava em seu MP3 player ou ouve no próprio computador.
PodCasts são arquivos de áudio disponibilizados em mp3 (em sua maioria) na internet, com a diferença de serem distribuídos através de feeds (rss/xml) e com conteúdo dos mais variados assuntos e nos mais variados idiomas. E que nos permite ouvir quando, como, onde e quantas vezes quisermos. Em sua maioria, não são “programas rádio” convencionais ou comercias, o que nos dá uma maior variedade de estilos e acaba agradando a gregos e troianos.
Os áudios criados e postados no nosso fórum de apresentação são considerados sim, um Podcast, até porque, esta espécie de radio digital ou não, nos dar a possibilidade de criar nosso próprio conteúdo de áudio e de selecionar apenas os podcasts do nosso interesse. Tanto que este formato de transmissão é hoje muito utilizado por diversas pessoas e empresas no mundo para divulgar notícias e programação, assim como algumas universidades que começam a disponibilizar aulas neste formato.Grandes emissoras de rádio e até a NASA se tem registros.
Uma nova mídia na internet ou não, o podcast veio para revolucionar, porque é muito simples, uma vez que uma pessoa pode gravar um arquivo de áudio sobre um tema qualquer, coloca na internet e divulga-o usando feeds.Já imaginou podermos ter ao nosso alcance a chance de criarmos sem dificuldade nossa própria rádio?Aquela tap desejada rádio na nossa escola?A rádio da igreja, etc.?E depois termos condições e executarmos no computador ou ainda transferir para um MP3 Player para ouvir num outro momento? É realmente algo surpreendente. Já posso perceber isso com o pouco uso que venho fazendo em casa (pois não realizei nada ainda em sala de aula).